O Colégio Estadual Professora Zenaide Alves Barreto, de Utinga, estará representando o município na Bienal do Livro da Bahia 2026, em Salvador, com a apresentação da obra “Pindorama aupaba” no dia 16 de abril.
Estudantes de Utinga vão ao palco da Bienal do Livro da Bahia 2026. A Secretaria de Educação do Estado (SEC) confirmou que o Colégio Estadual Professora Zenaide Alves Barreto é uma das escolas selecionadas para se apresentar no estande do Governo do Estado durante o evento, que acontece em Salvador entre os dias 15 e 18 de abril.
A escola de Utinga apresentará a obra “Pindorama aupaba” no dia 16 de abril, dividindo o espaço com o Colégio Estadual Indígena Tupinambá de Olivença, que leva ao evento a obra “Cultura indígena”. As produções refletem a diversidade cultural da Bahia e fazem parte do projeto Tempos de Arte Literária (TAL), desenvolvido por estudantes dos 27 Territórios de Identidade do estado.
📅 Programação do estande da SEC
| Data | Destaques |
|---|---|
| 15/04 (ter) | Abertura — escolas de Salvador, Nazaré e Conceição do Coité |
| 16/04 (qua) | Colégio Zenaide Alves Barreto — Utinga 🏘️ “Pindorama aupaba” + Colégio Indígena Tupinambá de Olivença |
| 18/04 (sáb) | Colégios Eraldo Tinoco (Teixeira de Freitas) e Anísio Teixeira (Itapetinga) |
📖 O que é a Bienal do Livro da Bahia
A Bienal do Livro Bahia 2026 acontece em Salvador entre os dias 15 e 18 de abril e reúne escolas, autores, editoras e leitores de todo o estado. A SEC organiza a participação de cerca de dez mil estudantes de 250 escolas no evento, com distribuição de um vale-livro de R$ 100 para cada aluno participante, incentivando a compra de obras durante a visitação.
Entre os destaques da programação está a estudante Thaline Silva Leandro, do Colégio Teotônio Vilela de Feira de Santana, que apresenta o trabalho “Dor não contada, culpa mascarada” obra sobre feminicídio vencedora do Encontro Estudantil 2025 na Arena Fonte Nova. A programação também inclui 18 professores escritores que apresentam livros produzidos no contexto escolar.
💡 “A presença da rede estadual na Bienal representa um avanço na forma como enxergamos a educação, como um espaço de criação, expressão e transformação social”, afirmou o diretor de Execução das Políticas Públicas da SEC, Fábio Barbosa.
