A multinacional francesa Saint-Gobain, que conta com mais de 12 mil funcionários, fechou uma de suas fábricas mais tradicionais no Brasil, localizada no bairro de Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo. A produção da Isover, que funcionava desde 1951, foi finalizada e afetou trabalhadores diretos e indiretos.

A unidade em questão era responsável pela fabricação de lã de vidro — um material usado no isolamento térmico e acústico de casas, edifícios, veículos e instalações industriais. A operação movimentava transportadoras, fornecedores, empresas de manutenção e outros prestadores de serviços.

A multinacional francesa Saint-Gobain, que conta com mais de 12 mil funcionários, fechou uma de suas fábricas mais tradicionais no Brasil, localizada no bairro de Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo. A produção da Isover, que funcionava desde 1951, foi finalizada e afetou trabalhadores diretos e indiretos.

A unidade em questão era responsável pela fabricação de lã de vidro — um material usado no isolamento térmico e acústico de casas, edifícios, veículos e instalações industriais. A operação movimentava transportadoras, fornecedores, empresas de manutenção e outros prestadores de serviços.

O encerramento faz parte de um acordo firmado entre a empresa, o Ministério Público de São Paulo e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Nos últimos anos, moradores de bairros próximos à fábrica vinham reclamando da fumaça, cheiro forte e barulho provocado pelos equipamentos.

As denúncias levaram o Ministério Público a abrir uma investigação. Ao mesmo tempo, a Cetesb ampliou as fiscalizações sobre as atividades da indústria. Entre 2023 e 2025, a empresa recebeu autos de infração ligados principalmente à emissão de odores percebidos fora dos limites da propriedade, entre outros registros de infrações. 

O Termo de Ajustamento de Conduta definiu o fim da produção da fábrica para o início de julho, sendo que a multinacional desligou o forno de fusão de vidro, uma das principais estruturas da fábrica, no último dia 31 de julho. A medida confirmou o encerramento do definitivo do ciclo de 75 anos. 

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